Desafios para a Educação em 2017

Você já parou para pensar quais são as determinantes que vão definir a qualidade da Educação e o cumprimento do PNA, assim como a Base Nacional e a reforma do Ensino Médio no ano de 2017? Este é um assunto que deve estar em destaque na sociedade, para que passe a ser de conhecimento geral os grandes fatores que serão favoráveis para o crescimento da educação, bem como os riscos.

2016 de fato, foi um ano turbulento e cheio de desvantagens para a educação brasileira, um grande exemplo disso foram as ocupações estudantis nas escolas com restrições orçamentais e federais no que se trata de reformular o Ensino Médio.

O ano de 2016 se foi, mas os desafios ainda prevalecem e requerem total atenção da sociedade. Em junho de 2017, o Plano Nacional da Educação (PNE) completará três anos de vigência, e estará em vigor até o ano de 2024, sendo composto por 20 metas com muitas estratégias com curtos vencimentos de prazos.

As ações possuem data marcada para ocorrer, para que assim, a população passe a cobrar dos seus gestores a implementação do ensino.

Nenhum dos prazos que foram vencidos foi cumprido. Apesar deste atraso, grande parte das metas e estratégias com prazos intermediários tiveram seu encaminhamento.

Uma das grandes ações que de fato, será concretizada em 2017 é a Base Nacional Curricular Comum. Trata-se de um documento base das grades curriculares de todas as escolas no Brasil.

A Base Curricular Comum ou simplesmente BNCC está em fase final, e a previsão é que este documento seja finalizado no primeiro semestre de 2017.

Neste texto, conterá algumas diretrizes na qual estão sendo ensinadas em escolas brasileiras, e é muito debatido e democraticamente construído.

Este documento apresenta objetivos para a melhoria da aprendizagem específica e transversal que toda criança e todo adolescente deve ter por meio da Educação.

Isso significa que toda criança de classe, cor, crença e sexo poderá e deverá cobrar por seus direitos de aprender matérias equitativas.

A proposta pelo governo Michel Temer apresenta estratégias de reformular as etapas do Ensino Médio, amplificando o tempo de escola e flexibilização na formação desta etapa.

É uma medida importante, pois envolve um assunto um tanto sensível: Tornar o Ensino Médio mais atrativo, pois segundo pesquisas, esta etapa está desconectada com as principais mudanças pelas quais os jovens passam.

O ponto divergente para esta relação é feito por meio da medida provisória que limita o debate e com isso, surgiram muitas reações contrárias de uma política pública relevante.

O governo defende a si próprio dizendo que o assunto é urgente, e com isso, o caminho mais viável seria o MP.

Outra meta do PNE garante o aumento de matriculados com idade variando entre 15 e 17 anos, de modo que atinja ao menos 80% da meta inicial.

Todas as escolas deverão garantir a aprendizagem de seus alunos, de modo que este é um dos compromissos da meta do Todos Pela Educação e o Plano Nacional de Educação.

Esta entrada foi publicada em 19 de janeiro de 2017. Crie um bookmark para o link permanente.